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Congresso de Laço Comprido estreia no Haras Virgínia, no Rio Grande do Sul

Do total de 531 inscrições apuradas, evento inicia com as provas técnicas com 172 conjuntos


Seis categorias fazem parte do Laço Técnico

Após 11 anos sendo realizado durante a Expointer, a ABQM e o Núcleo Sul Quarto de Milha (NSQM) estão promovendo pela primeira vez o Congresso Brasileiro de Laço Comprido, em sua 12ª edição, no moderno e estruturado Haras Virgínia, na cidade de Portão (RS), distante apenas 56 km da capital Porto Alegre.

Os números apurados pelo Departamento de Esportes da ABQM apontaram 531 conjuntos inscritos, sendo 172 do Laço Técnico e 359 do Boi Laçado (Armada), representados por plantéis dos seguintes estados: RS, SC, PR, MS, MT e SP.


Gado com grande estrutura física foi selecionado para as provas

“Praticamente é 40% maior em relação a 2018, evento dentro da Expointer. É o recorde”, destacou Adão Tesmann, presidente do NSQM. “São 276 animais correndo, e esse é um número muito importante para a valorização da raça no Estado”, pontuou o dirigente. Sobre o gado, ele diz estar muito contente, pois trabalhou durante cinco meses conversando com o proprietário do gado, que dispôs de 430 cabeças de muita qualidade para fazer todo o evento.

 “No técnico são duas corridas de cada conjunto, avaliadas por notas de três juízes e que farão uma média par a definição dos campeões. É claro que irá permanecer a maior nota das duas, que aqui no Sul, o Congresso, por regulamento da ABQM, não tem disputa, enquanto no Potro do Futuro ela existe. Mas, caso ocorra empate por dois ou mais conjuntos, terão uma terceira laçada para a definição”, explicou Adão.


Plantéis de seis estados estão participando do evento

Tesmann lembra ainda que de acordo com as novas regras da ABQM, os participantes do Boi Laçado correrão cinco armadas nos 100 metros e duas armadas nos 80, 60 e 40 metros. “Exclusivamente para as disputas dos 40 metros selecionamos um gado mocho (sem chifre), pois sentimos que é um desejo dos laçadores que as provas terminem com a definição dos campeões já nesta distância”, pontuou Tesmann. “Eles não gostam de chegar num encurtamento radical de 20 metros ou até 15, porque na maioria das vezes trabalham o mesmo cavalo no Laço Técnico. E, para este caso, temos um lote selecionado que proporcionará a beleza da prova utilizando uma tropa virgem, que nunca participou de uma corrida e que irá ser estreado na categoria Aberta, dos profissionais”, concluiu.

A equipe de jurados das provas técnicas está formada por Agnaldo Gotardi, Ary Rosas Neto, Paulo Tabajara Dualibi e Jair da Veiga (coordenação e equipamentos).

 

Texto: Abdalla J. Abib e fotos: Jean Vasconcelos (direto de Portão/RS)

     

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